Marcos Braz em parceria com Bruno Spindel fazem da janela de transferencia seu próprio Elifoot e agitam o mercado internacional.

Muitos dos leitores alguma vez na vida jogaram o famoso Elifoot, onde você era “manager” de um clube realizando diversas ações como compra e venda de jogadores, ampliação do estádio, captação de emprestimo entre outras situações. A glória para o gamer no caso era pegar um time sem grandes recursos, ou então completamente endividado e restruturar o mesmo afim de montar um elenco que ganhasse tudo, fazendo assim com que seus jogadores ficassem valorizados no mercado e em contra partida, ter maiores recursos para contratar os jogadores que fossem necessários para o plantel. Marcos Braz e Bruno Spindel estão fazendo nessas últimas janelas de transferencia seu Elifoot particular e demonstrando autoridade no mercado da Bola. Vejamos o porquê.

Movimentação do Flamengo no mercado.

Pois bem, em 2019 Braz e Spindel decidiram “brincar” de Elifoot no Flamengo. Montaram um elenco que ganhou praticamente tudo, valorizando o passe de todos os atletas, dando ainda mais holoforte para a base do clube e o principal, tornando o Flamengo novamente uma vitrine onde qualquer jogador quer estar.

Vendas e Aquisições em 2020.

Prova disso é o que o clube vem fazendo nessa janela de transferencias no inicio de ano. Até o momento com as vendas de Reinier (R$ 103MM) e o emprestimo de Pablo Marí (R$ 23MM) o clube vai embolssar R$ 126 milhões, valor maior que o informado no orçamento para 2020 que era de R$ 80 milhões, ou seja, 57% a mais do que o projetado (46 milhões). Isso sem contar a possível venda de Pires da Mota e Berrío, além do incremento em caso de venda efetiva do zagueiro espanhol no meio do ano.

Em contra partida, o clube vai desembolsar R$ 152,9 milhões referente aos seguintes gastos com aquisições seja de forma definitiva, seja por emprestimos:

Gabigol (definitiva) – R$ 79 milhões

Michael – R$ 34,6 milhões

Léo Pereira (definitiva) – R$ 27,7 milhões

Thiago (Nautico) – R$ 7 milhões

Gustavo Henrique – Sem passe

Pedro (emprestimo) – R$ 4,6 milhões

Pedro Rocha (emprestimo) – Passe pre fixado para futura compra

Thiago Maia (emprestimo) – Passe pre fixado para futura compra

O Flamengo previa em 2020 um gasto em torno de R$ 138 milhões com aquisições de novos atletas. Levando em conta que o clube até o momento ganhou R$ 46 milhões além do esperado em vendas e gastou 14,9 milhões além do que previa, o Mais querido está com um saldo positivo nessa janela de R$ 27 milhões. Esse montante pode ser utilizado de 2 formas:

  • Aquisição de novas peças além das citadas;
  • Reserva para eventuais metas que não venham a se concretizar ao longo do ano;

Vale lembrar que muita dessas aquisições que o Flamengo realizou foram parceladas como é o caso do Gabigol, o que faz com o que o fluxo de caixa fique mais facilitado dentro do ano de 2020, tendo o valor diluido ao longo do vinculo do atleta com o clube.

E ainda vem mais Janela de Transferência…

A janela de inicio de ano na Europa se encerra ao final desse mês, muita coisa ainda pode acontecer, além do mais, teremos a janela de meio de ano que por se tratar de inicio do calendario Europeu geralmente se torna bastante movimentada. Com isso, novas caras podem surgir dentro do plantel do mais querido, assim como poderemos ter alguma perda também. É preciso acreditar na capacidade do nosso centro de inteligencia, assim como no olhar crítico do nosso Mister para repor de forma equilibrada eventuais perdas na próxima janela, assim como fizemos na saída de Pablo Marí com a vinda do jovem zagueiro Léo Pereira.

Uma coisa é certa nesse momento: Os Srs Braz e Spindel “brincaram” bastante de Elifoot e estão colocando em prática todo a experiencia que possuem para colocarem o elenco do Flamengo em “Oto Patamar” no cenário do futebol.

 

 

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