A torcida apelidou de Orgulho da Nação o basquete Rubro-Negro não por acaso. 

Mesmo em tempos mais obscuros, quando o carro chefe da casa “futebol” estava mal das pernas, a galera do basquete mostrava que era possível fazer bonito mesmo com um investimento “n” vezes menor.

Orgulho da nação não veio por causa das vitórias, triunfos ou afins, mesmo porquê o começo dessa caminhada foi com muito trabalho, luta e dedicação.

Orgulho da Nação veio porque os caras encarnaram e fizeram sobressair a característica que a torcida do Flamengo mais preza, a Raça.

Porém ao longo do tempo, outros adjetivos foram se juntando a essa raça tão antes cobrada no futebol.

Os caras foram materializando carisma, empenho, hombridade e principalmente moldando o caráter.

A história centenária do nosso basquete já é de se dá muito orgulho.

Toda trajetória que fez chegar até aqui um time muito respeitado por não se acomodar de forma alguma com o óbvio. 

Um Orgulho da Nação centenário!

Desde a época de Carlos Santive, Itagibe Novaes, chegando em Algodão, Kanela, Marcelo Vído, voltando com força com Oscar Schmidt, se firmando com Marcelinho Machado e hoje se mantendo com a geração de Marquinhos e Olivinha.

DNA de Hombridade!

Tantos nomes, tantos elencos tantas histórias, muito orgulho.

E a impressão que dá é que essa entrega já está no DNA da modalidade do clube.

Já na era moderna do basquete no Brasil, o time de Paulo Chupeta era assim. José Neto  mesmo depois de conquistar o mundo jamais deixou seus comandados se acomodarem e agora Gustavo de Conti mantém a tradição. 

Respeito ao adversário!

Não por só vencer, ou por vencer, mas sim todo o processo que se faz chegar em um triunfo.

Nessa última semana foi disputado o Campeonato Estadual com mais  5 equipes.

Clubes esses que precisam ser parabenizados pela tentativa de manter o campeonato carioca vivo em um estado que temos o maior do Brasil, mas que está sozinho para defender o Rio de Janeiro. 

Tijuca Tênis Clube, Niterói Basquete Clube, Clube Esportivo Atitude e Clube Municipal/ Veitsmile foram muito corretos em suas possibilidades. Fizeram o possível e jogaram com muita valentia esse campeonato; porém para o Flamengo, não havia adversários e justamente nessa hora que apareceu a grandeza desse elenco.

Serenidade e Foco!
Foto: João Argento // Redação Rubro-Negra

Todos os jogos foram jogados com uma serenidade absurda. Uma vontade de vencer sem tamanho e um respeito pelos caras que estavam do outro lado de se louvar.

Placares centenários, com mais de 50 pontos de diferença e jogadores do Flamengo querendo mais. Indo para cima. Com sede de vitória, pois não há forma de respeitar mais seu adversário do que partir para cima querendo pontuar ainda mais.

Gustavo De Conti um capítulo a parte!
Gustavo de Conti
Foto: João Argento // Redação Rubro-Negra

Gustavo de Conti como sempre agitado a beira da quadra, enxergando defeitos que só um estudioso inquieto consegue enxergar. Mostrando para quem estava em quadra que no banco tinha gente com sede da laranja querendo jogar. E com isso estimulando a todos a manter o foco.

O cara é sensacional!

Hora de alçar vôos maiores!

O orgulho da nação passeou neste campeonato. O 46° título veio sendo o 15° consecutivo. Título sempre é importante, mas o comprometimento desse time honrando o pouco, os levarão a lugares gigantescos.

Próxima parada (Champions League Américas).

Leia também: Flamengo é campeão carioca pela 15° vez consecutiva.

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