Mas e o Arão?

Mas e o Arão?

Um dos responsáveis pelo gol sofrido do Flamengo, na partida de ontem, no Maracanã, Willian Arão é caracterizado pelo técnico Abel Braga por dar “equilíbrio ao time”, mas que equilíbrio seria esse que pouquíssimas pessoas conseguem ver?

Na ausência de Gabigol, foi fácil para o técnico Abel Braga, escalar Arrascaeta no time titular. Mas, com a volta desse jogador no domingo, no duelo conta o Vasco da Gama, no primeiro jogo da final do Campeonato Carioca, quais serão as saídas de Abel?

É fato que não é uma missão fácil escalar um time quando se tem um elenco que conta com nomes como: Diego Ribas, Everton Ribeiro, Arrascaeta, Bruno Henrique, Vitinho e Gabigol, sem que ninguém fique de fora. Nessa situação, o papel do técnico, seria exatamente encontrar a melhor maneira, para que esses jogadores, repletos de talentos individuais, pudessem atuar de foma positiva, fazendo com que o coletivo fosse beneficiado e consequentemente gerasse bons resultados para o Flamengo.

Porém, a vaga no time principal, que deveria ser disputada única e exclusivamente pelo desempenho tático do jogador, está sendo vista cada vez mais como um certo “favoritismo” da parte do treinador. Na partida de ontem, contra o San José, mesmo com a vantagem de ter um homem a mais dentro de campo, Abel preferiu deixar Arão, que não vinha fazendo uma boa partida, do que o substituir a fim de montar uma equipe mais ofensiva, e acabou substituindo Diego, que vinha sendo uma peça fundamental no jogo, além de já ter marcado um gol. Está certo que, no final, Arão acabou sendo importante por ter participado de jogadas que terminaram em gol e por ter sofrido o pênalti que fez com que o rubro-negro ampliasse o placar. Todavia, o volante teria que apresentar um desempenho muito melhor, para justificar a sua “intocável” titularidade.

Domingo, com a volta de Gabigol, fica a dúvida sobre qual será o posicionamento de Abel. Diante dos últimos resultados, o que se pode afirmar é que: sem Diego, perdermos a cadência de bola. Sem Everton Ribeiro, a parte criativa. Sem Bruno Henrique, a velocidade. Sem Arrascaeta, o caráter decisivo. E sem o Arão? O que estamos perdendo? Diz aí, Abelão!

Por Maria Clara Bravin

SRN.

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Maria Clara Bravin

Maria Clara Bravin

19 anos, cria da Zona Oeste do RJ e estudante de Jornalismo na UFRJ. Apaixonada por futebol e acima de tudo pelo Flamengo.

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