Futebol Profissional

Gladiadores da Nação: O divertido Rafinha

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Márcio Rafael Ferreira de Souza, o Rafinha, nascido em Londrina, Paraná. Começou sua carreira na escolinha de futsal do Grêmio Londrinense, em sua cidade natal. Hoje, Rafinha tem a chance de conquistar a América e o Brasil em menos de 7 dias. E quem diria?

Para ele devia ser algo normal, já que o mesmo é dono de 7 campeonatos alemães, 1 UEFA Champions League, 4 Copas da Alemanha, 4 Supercopas da Alemanha e 1 Mundial de Clubes da FIFA, mas não é. É mais especial. Para Rafinha, ganhar uma Libertadores “é maior que ganhar 5 Copas do Mundo”

Apresentação Flamengo - Rafinha

Rafinha chega ao Flamengo para ser protagonista. Foto: Alexandre Vidal

A vinda ao Flamengo 

A torcida rubro-negra já não sentia mais confiança na lateral direita do time, ocupada por Rodinei. O flerte com jogador começou ainda no final do ano passado, quando o lateral já havia demonstrado o interesse em atuar com a camisa rubro-negra e que sentia um carinho já especial pelo clube. Foi um amor à primeira vista entre Rafinha e torcida.

O contrato do lateral com o Bayern de Munique chegara ao fim em meados deste ano e, a rede social do lateral foi “invadida” por rubro-negros que clamavam sua vinda. Isso chamou ainda mais a atenção do jogador.

Pagodeiro de raiz, o jogador chegou como se já jogasse no clube há anos. Exalando alegria no vestiário, cobrando muito em campo e já tomando conta da lateral direita. Tendo uma identificação muito grande com a camisa 13 pelos tempos de Bayern, o jogador fez questão de pedi-la. Na época pertencia ao lateral esquerdo Trauco, que fez questão de entregá-la a a Rafinha. 

Com Rafinha em campo, Flamengo é quase imbatível

Desde que chegou ao Flamengo, Rafinha atuou em 16 jogos como titular pelo Brasileirão e tem 80% de aproveitamento. Dos 16 jogos em que atuou, o Flamengo venceu 14 partidas e empatou duas. Ele tem o melhor aproveitamento individual entre todos os jogadores do campeonato.

A menos que ocorra alguma lesão em um dos treinos, o lateral estará em campo para a partida mais importante do clube desde 1981. Além disso, Rafinha tem a chance de obter uma conquista pessoal muito importante: ao lado de Ronaldinho Gaúcho e Neymar, ser um dos poucos jogadores brasileiro a conquistar a Europa e a América. Para ele, isso não parece ser tão relevante. Acima de tudo, Rafinha quer fazer a alegria de um povo que pede o mundo de novo.

Apesar de o rival do outro lado ser o atual campeão e finalista de 3 das últimas 5 edições, nada disso amedronta ao lateral. Sobretudo, tanto ele quanto o restante do elenco rubro-negro sabem que será preciso muito mais do que apenas a técnica, é preciso a famosa raça, que caracterizou o clube. Afinal, esse é o lema: se não der na técnica, que dê na raça.

Rafinha é o segundo jogador da série “Gladiadores da Nação” e pode entrar para sempre na história do clube e no coração de uma Nação de 40 milhões de pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rodrigo Caio, o Xerife – Gladiadores da Nação

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