Especial NBB Redação Rubro-Negra
FlaBasquete com o troféu de tetra campeão do NBB / Foto: LNB
O NBB 13 começa na próxima terça feira (10/11) e o Redação Rubro-Negra resolveu
relembrar as temporadas com títulos do FlaBasquete.
Já falamos do primeiro, e também da saga das finais de jogo único, onde o Mengão
garantiu o Tri.
Agora chegou o momento de relembrar a quarta e a quinta conquistas; a batalha contra o
basquete Bauru, o favoritismo do adversário, e a aula nos playoffs finais.
É embarcar com o Redação e relembrar ou conhecer mais uma história do nosso vitorioso
FlaBasquete.

NBB. Temporada 2014/2015

A sétima temporada do Novo Basquete Brasil, teria 16 times na disputa.

Desses, catorze tentavam quebrar a hegemonia de Flamengo e Brasília, ambos com 3 conquistas e que todos os outros tentariam bater para que não se aumentasse ainda mais a distância.

Além dos 2 tricampeões, fariam parte do NBB 7, Basquete Cearense, Bauru, Franca, Liga Sorocaba, Limeira, Macaé, Minas Tênis Clube, Macaé, Mogi das Cruzes,Palmeiras, Paulistano, Pinheiros, Rio Claro, São José e Uberlândia.

Dessa vez a passagem de uma temporada para outra não trouxe grandes impactos para o FlaBasquete.

O Clube vinha de uma conquista de Mundial, e manteve praticamente todos os jogadores campeões do NBB 6.

Marcelinho Machado, Nicólas Laprovittola, Vitor Benite, Marquinhos, Olivinha, Gegê Chaia, Cristiano Felício e Jerome Meyinsse permaneceriam por mais uma jornada.

Danielzinho e Mingau seriam os garotos da base no time, o pivozão campeão olímpico com a seleção da Argentina Walter Herrmann chegava para tomar posse do garrafão.

Tony Washam e Shilton deixavam o clube.

Bauru Basket. O time a ser batido.

Para acabar com a hegemonia de Flamengo e Brasília, e conquistar o primeiro caneco para o estado de São Paulo; Bauru montou uma verdadeira seleção para jogar o Novo basquete Brasil.

Entre os principais nomes estavam Alex, Larry Taylor, Rafael Hettsheimeir, Robert Day e Ricardo Fischer.

O favoritismo de Bauru se confirmou na fase de classificação.

Jogando um basquete imponente e matador, Bauru foi atropelando um a um na temporada regular, terminando a mesma com apenas 2 derrotas. Uma para Brasília e outra para Limeira.

Terminou a fase de classificação, nadando de braçadas largas e conseguindo uma marca histórica com 93,3 de aproveitamento.

Enquanto isso, Flamengo fazia uma temporada bem inconstante, fazendo até então uma das piores do clube em NBB’s.

Foram 7 derrotas, entre essas, duas para Bauru; O mengão fechou a fase regular com 76,6% de aproveitamento terminando atrás de Bauru e Mogi.

Hora dos Playoffs!

Bauru chegava soberano e absoluto. além de melhor aproveitamento, a equipe liderava com melhor ataque e melhor defesa.

Só que playoff como um bom basqueteiro sabe é outro campeonato.

A única coisa que se carrega da fase anterior é a possibilidade de ter vantagem em mandos de quadra, pois dentro de casa tudo se iguala.

Quartas de Finais.

O Flamengo depois de uma fase de classificação bem instável viu a fase de mata-mata começar com  muita emoção.

A equipe enfrentava o São José que na fase anterior havia terminado na 11° colocação. O São José havia tirado Paulistano por 3 jogos a 1, Paulistano esse que havia terminado na 6° colocação.

Na reedição das semifinais do NBB 3 onde o Mengão saiu derrotado por 3 jogos a 2, foram necessário mais 5 jogos para fechar essa série.

Mesmo estando frente a frente 3° x 11°, o que entrou em quadra foi o momento das 2 equipes e um São José mais uma vez tentando fazer história. Porem dessa vez foi o Flamengo que sorriu por último. (85 x 62 / 76 x 82 / 86 x 68 / 76 x 81 / 98 x 64).

Semifinal bem mais tranquila!

Na grande semifinal Limeira seria o time a ser batido.

A equipe que que conquistou um merecido 2° lugar na temporada regular, poderia colocar o Flamengo nas cordas, e não foi bem isso que se viu.

Com 3 jogos contundentes, Flamengo varreu Limeira para chegar na 3° final consecutiva de NBB, a quinta na história.

Bauru sentiu o peso do protagonismo!

A equipe que havia pulverizado os recordes  na fase regular, chegou bem mais burocrática nessa final. Foram 2 fases se classificando na bacia das almas.

Nas quartas um 3 x 2 em cima de Franca, e nas semi um 3 x 2 em cima de Mogi  de virada depois de estar tomando 2 x1.

A Grande Final!

A final seria pela primeira vez em melhor de 3 jogos, e o Flamengo saiu na frente fazendo uma partida tecnicamente perfeita.

Com 4 jogadores pontuando 15 ou acima a partida se desenhou soberba para equipe Rubro-Negra que em nenhum momento deixou a guarda abaixar.

Ricardo Fisher do Bauru foi o cestinha do jogo com 20 pontos, mas Benite com 16, Marquinhos, Olivinha e Laprovittola com 15 e Marcelinho com 11 ajudaram fazer 91 x 69.

A segunda partida foi quase protocolar, só serviu para o Flamengo fechar a tampa do caixão.

Em mais uma partida sensacional de Laprovittola (19), Vitor Benite (16) e Olivinha (15), o Mengão fez 77 x 67 e fechou a série conquistando assim o tetra, e se tornando absoluto em número de títulos do NBB.

Alex Garcia de Bauru foi o MVP do campeonato, mas nas finais foi completamente anulado e viu Nicoóllas Laprovittola levar o MVP das finais.

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O argentino Laprovittola faturou o MVP da final do NBB 7 // Foto: site LNB

Quinta Conquista e contando!

A quinta conquista do Mengão viria depois da saída de nomes importantes do clube.

Saia o xodó Laprovittola, o campeão olímpico Walter Herrmman, o queridinho Vitor Benite e o prodígio Cristiano Felício.

Chegavam JP Batista, Rafa Luz, Rafael Mineiro, Ronald Ramon e Jason Robinson.

Marcelinho, Marquinhos, Olivinha, Gegê, e Meyinsse continuavam como base da equipe.

O NBB 8 teria 1 equipe a menos do que no anterior. Saiam Limeira, Palmeiras e Uberlândia, chegavam Universo Vitória BA, e Caxias do Sul RS.

NBB 8

Mais uma vez Flamengo e Bauru dominaram o cenário da temporada regular. Flamengo com 82,1% de aproveitamento terminou líder com 23 vitórias em 28 jogos; Bauru viria logo em seguida com 75% de aproveitamento com 21 vitórias.

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Elenco campeão do NBB 8 // Foto: André Durão, site LNB

Nas quartas de finais uma varrida em cima do Rio Claro decidiu a passagem para as semifinais. (88 x 79 / 93 x 73 / 93 x 82)

Semifinais!

Um duelo bem equilibrado aconteceu nas semifinais. Mogi das Cruzes seria um concorrente indigesto que faria o confronto ir para o quinto confronto.

Mogi chegou a ter o Math point e na quarta partida esteve durante boa parte do jogo na frente, porem a experiência do Flamengo fez a partida e a série vir para nosso lado.

(81 x 86 / 81 x 71 / 77 x 83 / 93 x 91 / 79 x 75)

A grande Final!

A final seria mais uma vez contra uma fortíssima equipe de Bauru, que ao contrario da última temporada chegou com mais facilidade  nas finais.

Passou por Pinheiros nas quartas por 3 jogos a 1 e por Brasilia nas semi por 3 jogos a 0.

Na grande final mais 5 jogos para decidir o grande campeão.

Flamengo esteve na frente por 2 vezes chegando a fazer 2 jogos a 1, indo para o quarto jogo podendo ser decisivo; porem com facilidade foi dominado por Bauru no jogo 4 e viu a decisão partir para o jogo derradeiro.

No jogo decisivo um verdadeiro passeio Rubro-Negro com atuação de gala de Marcelinho que fez 26 pontos, recuperou 10 rebotes e ainda distribuiu 6 assistências, na final com maior diferença no placar da história

JP Batista, Rafa Luz e Olivinha também se destacaram, sendo que nosso rei da raça do basquete ainda abocanhou o MVP das finais. O ala Marquinhos foi eleito o MVP do campeonato.
Especial NBB Redação Rubro-Negra
Mais um troféu. O quinto do NBB // Foto site LNB

Com essa conquista chegamos a 5 títulos do NBB, e ficará faltando apenas a última conquista, que foi naquela final que todos queriam ver.

O próximo e ultimo episódio do nosso especial vai falar do grande sexto título do Flamengo em uma final histórica contra Franca.
Se quiserem saber mais sobre os títulos do Flamengo no NBB é só vir com a gente.

Nós do Redação Rubro-Negra iremos também estar colados com o Flabasquete nesse campeonato que promete.

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