Dias de Luta, Dias de Glória – Os Meias do Flamengo.

Dias de Luta, Dias de Glória – Os Meias do Flamengo.

Chegamos a mais um capítulo da nossa série desta vez falaremos sobre os meias do Flamengo. Mas afinal o que é ser um meia? Antes de mais nada vamos definir o que é a posição. É um dos responsáveis pela criação de jogadas, pela armação e ser cérebro do time. É claro que também pode ser um goleador, mas esta não é a sua função principal. Seu principal ofício é fazer o time encontrar soluções para sair vencedor. E aí cabe uma observação, a solução pode ser dosar o ritmo, fechar o meio-campo, e inclusive contra-atacar. 

Então primeiro vamos ao desespero. Aqueles que nos enlouqueceram, quebrando ataques, errando passes, atrasando bolas, e chutando as chances nas alturas.

Os piores meias do Flamengo.

3 – Carlos Eduardo.

meias do flamengo

 

Que olhar sedutor. Incrível, ele foi disputado por São Paulo, Grêmio, Fluminense e Flamengo. Mengão ganhou a disputa. Wallim o saudou como a primeira grande contratação para reerguer o rubro-negro. O que Carlos Eduardo conquistou foi a irritação do torcedor. Durante toda sua passagem pelo Flamengo conseguiu a proeza de fazer um gol, sim um gol, um mísero gol. Pelo menos foi importante, foi o gol que nos deu chance de vencer o Cruzeiro por um a zero no Maracanã e nos levar adiante na  Copa do Brasil. Coincidentemente foi o jogo em que Éverton Ribeiro fez um gol antológico dando um chapéu em Luiz Antônio (o famoso Processinho). 

2- Matheus Bebeto

matheus bebeto

Que cabelo hein? Infelizmente Matheus reuniu ao redor de si tudo que o Flamengo carregou de pior durante anos. Uma base viciada em proteger jogadores, um pai famoso, uma torcida que frequentemente procura o novo Zico em suas canteras e principalmente a pretensão de ser craque. Nunca comprei o filho de Bebeto, admito que, mais por culpa do pai, do que por culpa do garoto. Porém nunca vi Matheus fazer um jogo bom, ou médio pelo menos. Mas  há algo mais, há uma indolência ali que a torcida do Flamengo não tolera. E aquele jogo contra o Atlético Mineiro foi a prova cabal disso. Saiu, carregando a culpa, fama e uma polêmica não contratação pela Juventus de Turim. Hoje está no Sporting de Portugal. Que seja muito feliz. 

1- Walter Minhoca.

minhoca flamengo

O galã de Ipatinga. Desculpem, minha raiva sobre esta contratação é tão gigante que eu não quero escrever sobre este sujeito. Primeiramente, ele veio do Ipatinga com mais dois “reforços” Léo Medeiros e um outro senhor que não me recordo agora.  Chegou com todo o cartaz, foi poupado no começo para não ser queimado. Usou a camisa 10 de Zico, teve o aval de Ney Franco, jogou meia-dúzia de partidas e sumiu. Pois, mesmo assim consta como campeão da Copa Do Brasil de 2006. Um grande abraço pra você Minhoca. Até nunca mais. Viva bem em Ipatinga ou sei lá onde.
Agora vamos aos Dias de Glória.

Os melhores meias do Flamengo.

 

3- Éverton Ribeiro. 

everton e baby guto

Monstro, monstro, monstro de jogador, quieto, trabalhador, espetacular com a bola nos pés.  Se adequou ao esquema de Jorge Jesus com perfeição e virou outra espécie de jogador. Éverton dá o ritmo ao meio campo do Flamengo é um mago ao estilo de grandes jogadores europeus como Iniesta e Xavi. Não é espetaculoso, mas é um gênio de drible rápido. E como se não bastasse, ainda é o pai de baby Guto, o bebê mais lindo e querido pela torcida do Flamengo.

 

2 – É o Pet, é o Pet, é o Pet.

pet no flamengo

Nós temos o Imperador e também temos o Pet. O rei do Gol Olímpico, o goleiro nem se mexe. É o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet, é o Pet.

O que mais dizer sobre o homem que imortalizou o minuto 43 no Flamengo. Pet iniciou a mística de um tempo cronometrado que agora está eternizado na sua camisa e em nossos corações. Ele foi nosso motor em 2009. Nosso craque gringo. Por isso, é o maior estrangeiro a vestir nossa camisa. Merece estar em segundo e entrar na galeria dos maiores meias do Flamengo.

 

1- Maestro Júnior. 

junior dribla renato

Peguei todo mundo, hein? Em um meio de campo com Zinho, Uidemar e Nélio, Júnior era a última grande estrela da geração de 81. O vovô garoto levou o Flamengo ao título de 92. Fez gols nos dois jogos da final, comandou o time e principalmente, deu dois dribles que quebraram a coluna de Renato Gaúcho em pleno Maracanã. Chego a dizer que aqueles dois dribles mostraram ao time que era possível vencer um Botafogo turbinado pelo dinheiro do bicho do senhor Emil Pinheiro. 

Zico é nosso Rei e Júnior sempre será o nosso Maestro.
Viva o Mengão. Viva nosso Maestro, o vovô garoto como dizia o Garotinho José Carlos Araújo: “o velho Júnior”      

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marcelocoli

Sou redator, agente provocador, crítico, e presidente virtual do Flamengo.