Futebol Profissional

Como driblar o cansaço?

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Diante das diversas rodadas que o Mais Querido tem atuado, como driblar um dos vilões do futebol? Apesar do elenco ser um dos mais qualificados do Brasil, não há como negar que qualquer atleta encontrará a temida fadiga. Em meio aos questionamentos, tanto da mídia, quanto do público, devemos considerar a atual temporada que o Flamengo está disputando.

Com dois campeonatos, temos quatro atletas afastados dos gramados. Diego Ribas, que tem 34 anos, lesionou o tornozelo durante a partida, contra o Emelec, pelas quartas de final da Libertadores. Na derrota, o meia sofreu uma entrada dura no segundo tempo de jogo.

Além de Ribas, estamos sem Lincoln, de 18 anos, com estiramento muscular, na parte posterior da coxa direita, ocasionado no clássico contra o Botafogo, no dia 28 de julho.

O lateral-esquerdo, Filipe Luís, de 34 anos, está com lesão no ligamento colateral lateral do joelho esquerdo. De acordo com o departamento médico, o atleta não precisará de cirurgia e a expectativa é de que retorne para o jogo de volta contra o Grêmio, pela semifinal da Libertadores, dia 23 de outubro.

Já Arrascaeta, de 25 anos, sofreu uma lesão no ligamento colateral medial e no menisco medial do joelho esquerdo. O meia foi submetido a uma cirurgia, dia 04 de outubro, e sua previsão de volta aos gramados acontecerá em novembro.

O que devemos, como Nação rubro-negra, considerar em meio às lesões?

1º: Estamos isolados na liderança do Brasileirão, o que gera maior responsabilidade e força de vontade de querer a mão na taça. Os jogadores levam este fator em consideração, gerando um objetivo de manter a constância em jogos.

2º: A Libertadores é nosso foco. Sofremos uma derrota contra o Emelec, mas revertemos esse placar no jogo de volta. Jogar com raça e união é uma característica, que graças a chegada do Mister, os atletas têm preservado.

O trabalho em equipe é essencial para mantermos o foco e a constância. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Com isso, como driblar o cansaço?

Em nossa última partida, contra a Chapecoense, a probabilidade de ser hepta subiu para 82%. Não podemos esquecer a atuação do nosso time reserva, jogadores que precisam aproveitar a oportunidade de manter o Mais Querido em primeiro.

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Além disso, é preciso levar em consideração o grande esforço que nossos jogadores estão realizando. Característica de um time campeão, de um elenco que merece estar na frente, sempre em busca de títulos.

Sim, há dificuldades, mas converter esses obstáculos em garra e ter como propósito os títulos que estamos há muitos anos em busca, faz com que vençamos todas as partidas de forma decisiva. Maturidade que só nos atingiu sob o comando de Jorge Jesus.

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Fernanda Fernandes
Sou estudante de Jornalismo da Facha, carioca e tenho 20 anos. Flamenguista fanática desde a infância, é uma honra poder representar meu time fazendo o que eu amo. "Eu nasci Flamengo, e sempre vou te amar."

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